Prisão preventiva foi decretada após audiência de custódia ocorrida nesta terça-feira (14) em Chavantes (SP).

Agnaldo Assunção confessou à polícia ter matado Emanuelle Pestana de Castro, que estava desaparecida desde sexta-feira (10).

Agnaldo é vizinho de Emanuelle e confessou que matou a menina a facadas em Chavantes Reprodução/TV TEM O suspeito de matar a facadas a menina Emanuelle Pestana de Castro, de 8 anos, em Chavantes (SP), teve a prisão preventiva decretada após audiência de custódia realizada na tarde desta terça-feira (14), em Chavantes (SP). Após audiência, Agnaldo Guilherme Assunção foi encaminhado à cadeia de São Pedro do Turvo (SP), onde ficará à disposição da Justiça.

Caso Emanuelle: suspeito de matar menina com mais de 10 facadas tem prisão preventiva decretada Reprodução/Facebook Emanuelle foi encontrada morta depois de desaparecer enquanto brincava em uma praça na sexta-feira (10).

Segundo a polícia, Agnaldo havia prestado depoimento e negado saber de qualquer informação sobre o desaparecimento da criança.

Contudo, ele acabou confessando o crime à polícia, depois de confrontado com as imagens das câmeras. "Ele falava que tinha mantido apenas um contato, mas isso foi desmentido pelo estudo das câmeras que mostra um outro contato, inclusive com roupas diferentes, o que era estranho", afirma o delegado Antonio José Fernandes Vieira. Câmera registra abordagem de suspeito antes de menina sumir e ser achada morta Imagens feitas por câmeras de segurança ajudaram a Polícia Civil a desvendar a morte.

Em um primeiro momento, o homem aparece de camiseta branca e a pé, e passa ao lado da garota, que caminha pelo bairro. Depois, em outra câmera de segurança, o suspeito é visto perto da praça de camiseta vermelha e em uma bicicleta.

Ele vai na direção da criança, que aparece no canto direito de vestido branco, e faz abordagem.

Em seguida, ele sai com a bicicleta e a menina é vista atravessando a via (veja acima). Durante o depoimento, o suspeito relatou que matou a menina por vingança contra a mãe dela.

Conforme depoimento de Agnaldo, a mulher não deixava a filha brincar com o enteado dele.

No entanto, essa versão dos fatos é questionada pela polícia e a investigação continua. Agnaldo foi preso em flagrante e levado para a cadeia.

Ele vai ser investigado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

O corpo da Emanuelle foi velado e enterrado nesta terça-feira (13), em Chavantes. Entenda o caso Menina de 8 anos que sumiu após brincar em praça é achada morta na área rural de Chavantes Emanuelle, de 8 anos, foi encontrada morta na noite de segunda-feira depois de desaparecer enquanto brincava em uma praça do bairro Cohab, em Chavantes, na sexta-feira (10). O corpo dela estava em uma área de mata na Fazenda Santana Nova, depois que o suspeito confessou que matou a menina a facadas e apontou o local do corpo. A perícia identificou 13 marcas de faca, nas costas e no peito da menina.

O corpo de Emanuelle foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).

O exame de corpo de delito deve apontar a causa da morte e se houve abuso sexual. Buscas No sábado (11), cão farejador ajudou nas buscas por Emanuelle em Chavantes Reprodução/TV TEM Enquanto ficou desaparecida, a comunidade de Chavantes se mobilizou em busca de pistas pela menina de 8 anos.

Parentes, vizinhos, policiais, equipes do Canil da PM e até um grupo de voluntários de Marília especializado nesse tipo de trabalho se mobilizaram em encontrar Emanuelle. A garota desapareceu enquanto brincava em um parquinho, no bairro Cohab.

Ela não foi mais vista por volta das 17h, quando uma amiga que a acompanhava foi embora. A Polícia Civil chegou a ouvir várias pessoas que tiveram contato com a menina, inclusive as crianças que brincaram com ela no parquinho no dia do seu desaparecimento. De acordo com Josimara Roberta Assunção, vizinha da família, a mãe ia até o local para verificar como a filha estava.

Por volta das 17h, ela não foi mais vista. "Na hora que foi umas quatro e pouco [da tarde], a mãe veio aqui [na praça] e ela estava brincando.

Quando foi umas cinco, ela veio e a Emanuelle falou: 'vai descendo que eu já vou'.

A mãe foi, mas na hora que voltou, Emanuelle já não estava aqui", conta Josimara. Veja mais notícias da região no G1 Bauru e Marília