É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos hemocentros do Sul do Rio.

Doação de medula óssea pode salvar a vida do paciente Reprodução/TV TEM Milhares de pessoas aguardam na fila por um transplante de medula óssea.

Os transplantes são indicados para casos de leucemias, linfomas e anemias.

No entanto, a chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

Por isso é importante que novos doadores se cadastrem.

O transplante de medula óssea pode beneficiar o tratamento de cerca de 80 doenças em diferentes estágios e faixas etárias.

O procedimento é seguro e realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Veja abaixo algumas informações para se tornar um doador de medula óssea O que fazer para ser um doador: É necessário ter entre 18 e 55 anos, estar bem de saúde, não ter doença infecciosa ou incapacitante, não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico.

Algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso. No ato da doação, é preciso apresentar o documento de identidade. Como é feita a doação: O sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar as características genéticas do doador que podem influenciar no transplante.

O tipo de HLA será incluído no cadastro.

Os dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente.

Se o doador for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários. Se a compatibilidade for confirmada, o doador será consultado para confirmar se deseja realizar a doação.

Depois disso, o atual estado de saúde é avaliado para que então o transplante seja realizado. Doação da família: A doação de medula óssea pode ser feira por parentes ou não.

No primeiro caso, o doador é uma pessoa da própria família, em geral um irmão ou um dos pais.

Há cerca de 25% de chances de encontrar um doador compatível na família.

Havendo um irmão totalmente compatível (100%) este será a primeira escolha para ser um doador.

Quando o voluntário é procurado: Se um paciente necessitar de transplante e não possuir um doador na família, o cadastro no Redome é consultado.

Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação. Veja onde doar em algumas cidades do Sul do Rio: É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos hemocentros de cada cidade.

Nos locais, o voluntário à doação irá assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), e preencher uma ficha com informações pessoais.

Depois, será retirada uma pequena quantidade de sangue (10ml) do candidato a doador.

Angra dos Reis O atendimento é de de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e de 13h30 às 16h30, na Rua Japoranga, nº 1700, no bairro Japuíba (dentro do Hospital Geral da Japuíba).

Barra Mansa O cadastro pode ser feito de segunda à sexta-feira, das 7h às 13h, na Rua Pinto Ribeiro, nº 205, no Centro (dentro da Santa Casa). Resende O atendimento é na Avenida Marcílio Dias, nº 800, no bairro Jardim Jalisco (dentro do Hospital de Emergência), de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h. Volta Redonda O funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 7h às 13h, no Hospital São João Batista. Como atualizar os dados: Se você é cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), é importante manter o cadastro atualizado.

No caso de haver um paciente compatível, será preciso encontrá-lo o mais rápido possível. Caso haja alguma mudança, é necessário entrar em contato com o Redome através do telefone (21) 2505-5656 ou por e-mail: redome@inca.gov.br.