Veja quais são as notícias de destaque nos jornais brasileiros O Palácio do Planalto anunciou, nesta segunda (20), que a atriz Regina Duarte começará uma fase de “teste” na Secretaria Nacional de Cultura.

Ela assume a vaga aberta após a demissão de Roberto Alvim.

O ex-secretário fez um discurso no qual usou frases do nazista Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler.   Em sua reportagem principal, O Estado de S.Paulo mostra que, para assessores do presidente Jair Bolsonaro, a atriz aceitará permanecer em definitivo à frente do cargo.

O Planalto emitiu um comunicado no qual explica que Regina estará em Brasília já na quarta (22) para iniciar o período de testes.   Segundo o matutino paulista, o presidente pretende estabelecer um canal aberto de comunicação com Regina, ainda que não restabeleça à pasta o status de ministério.

Bolsonaro espera que a atriz seja capaz de pacificar as relações do governo com o setor.   O Estadão lembra que Regina terá de suspender seu contrato de cinco anos com a TV Globo caso confirme sua permanência no cargo público.

Regina Duarte diz, nesta quarta (22), se aceita ser a nova secretária especial da Cultura “Estamos noivando”, disse a artista após o encontro com Bolsonaro, no Rio, segundo um comunicado da Presidência.

“Regina Duarte fará ‘teste’ como secretária da Cultura”, informa a manchete do Estadão.   Déficit no INSS   Em seu título principal, O Globo revela que há pelo menos seis meses o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já havia apontado que precisaria de mais 13,5 mil funcionários para atender as novas solicitações de benefícios e regularizar a fila de espera para aposentadorias.

Em julho de 2019 a fila já somava 1,4 milhão de pedidos.

O instituto tem 24 mil servidores em seus quadros.   Segundo o Globo, a informação consta de um documento oficial do órgão publicado nas redes internas do INSS.

De lá para cá, lembra o jornal, o estoque de processos cresceu e se aproxima dos 2 milhões.   Para sanar a demanda, reforça o matutino carioca, o número de funcionários extra teria de ser quase o dobro dos militares da reserva que o governo pretende convocar para o instituto.

Ao todo, foram convocados sete mil militares da reserva para a empreitada.   A medida ainda depende da edição de um decreto do presidente Jair Bolsonaro.

A iniciativa é criticada por servidores da Previdência, especialmente por estar ligada ao atendimento presencial, enquanto o problema é a digitalização do processo de requerimento e análise de benefícios.

“INSS apontou há 6 meses déficit de 13,5 mil servidores”, revela a manchete do Globo.   Tributos unificados   Em seu título principal, a Folha de S.Paulo detalha um estudo produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre as propostas de reforma tributária que tramitam no Congresso Nacional.

Na avaliação do instituto, unificar impostos sobre o consumo, com a adoção de alíquotas iguais para produtos e serviços, pode tornar o sistema menos desigual.   Pelo estudo, os cinco tributos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) unificados representam 27% da renda dos 10% mais pobres, e 10% da renda dos 10% mais ricos.   Com a fusão desses impostos, a carga cairia para 24% da renda dos 10% mais pobre e subiria para 11% da renda dos 10% mais ricos.   Segundo a Folha, uma melhora ainda mais ampla viria de um sistema que devolvesse parte dos impostos à base da pirâmide.

“Unir tributos pode ter efeito positivo sobre desigualdade”, sublinha a Folha.