Não vamos discutir teologia com compositor de escola de samba.

Isso não faz o menor sentido.

Vamos tratar de um movimento político que se chama “marxismo cultural”, que é a grande utopia petista desde sua fundação e que ganhou fôlego no psolismo por meio de um trabalho de doutrinação ideológica nas escolas de ensino médio e superior do país no mínimo nos últimos 5 anos.

Para quem acredita na gama central dos ideais de Karl Marx e entende que o caminho não deve ser mais pela revolução armada, o único modus operandi é estabelecer uma revolução cultural que se dá pela ocupação dos espaços de poder nas áreas de mídia, educação e entretenimento, visando infiltrar as ideias marxistas nestes canais institucionais.

Você percebe a atuação deste exército super camuflado na própria relação empírica com as transformações do inconsciente coletivo nacional nas últimas décadas.

Um homossexual vencendo o programa mais popular do país e depois se tornando deputado federal, o avanço da participação de pessoas trans nos esportes (inclusive de contato, como o MMA), a introdução de beijos gay e até mesmo cenas de sexo entre homens em horário nobre, a popularidade de páginas como “Quebrando o Tabu”, a sociedade reelegendo uma mulher no cargo de presidente da República que usou e abusou de usar dinheiro público em campanha (a campanha mais cara da história da República) e de fazer um discurso extremamente vitimista “em favor dos pobres e das minorias” e etc.

A letra é teologicamente pobre e extremamente carregada de afirmações que exaltam o Jesus histórico em detrimento de se blasfemar contra o Santíssimo Deus que define a dupla natureza de Cristo.

Jesus Cristo não é somente um “nazareno, preto, da periferia e filho de desempregado”; Ele é o Deus que encarnou e cresceu em Nazaré, contudo andou por todo Israel para evangelizar as pessoas sem priorizar classe social ou cor ou preferência política.

Fora que a discussão teológica sobre a cor do Jesus histórico é simplesmente irrelevante.

Ele era sim de pele mais escura que se retratam nos quadros famosos, mas este tipo de assunto é altamente secundário.

Geralmente, os teólogos liberais cometem heresia quando humanizam Cristo ao ponto de este não mais condenar publicamente o pecado como Deus santo que ele é – tornando-se conivente com o estilo de vida ímpio dos homens caídos – como é o caso do Henrique Vieira, militante político que se diz pastor e que estará inclusive neste desfile como “uma das faces de Jesus”, certamente enfatizando a necessidade ressentida de se colocar o negro acima do branco, o que é mais um fruto da mentalidade doentia provocada pelo marxismo cultural.

Jesus comeu com pecadores, andou com prostitutas e muita gente que vivia fora da religião oficial da época (o judaísmo) estava mais próxima do reino de Deus do que muitos dos fariseus daqueles dias.

No entanto, pecadores só se tornam santos quando creem no filho de Deus; quem não crê – como é o caso de muitos dos que vão se lançar na exibição da própria sensualidade e colaborar com a festa que mais promove a imoralidade sexual e todo tipo de rebeldia do coração para com a graça divina – certamente será condenado.

A verdade do evangelho não é fácil de ser digerida por quem não quer ter Jesus como o Senhor e o centro de sua existência.

Espero que você, caro leitor, também não caia no engodo da teologia liberal nem mesmo dos verdadeiros fanáticos religiosos: aqueles que usam o cristianismo para mentir em nome de Jesus propagando fábulas carregadas de uma ideologia que é produzida por ateus como Gransci e Marx e que enganam muitos que preferiram uma graça barata, sem cruz e sem obediência a ter de se sujeitar à Palavra deste mesmo Cristo – este que ousam (mas só ousam) tentar representar na Avenida.

O enredo que retrata Jesus com fidelidade chama-se Escritura.

Nela encontramos Aquele que liberta os seres humanos pelo poder da verdade do evangelho.

Conheça o Cristo da Escritura e encontre nele a salvação e a verdadeira liberdade.