Veja quais são as notícias de destaque nos jornais brasileiros A indústria brasileira já começou a sentir os efeitos da epidemia de coronavírus na China.

Em sua reportagem principal, O Globo mostra que fabricantes de eletroeletrônicos estão com problemas no recebimento de componentes.

As montadoras de veículos e os representantes do setor farmacêutico entraram em alerta. O Brasil será um dos países com maior risco de desabastecimento caso a epidemia prolongue o fechamento de indústrias chinesas.

Sondagem da associação brasileira de fabricantes de produtos eletroeletrônicos aponta que 52% do setor teve problema no recebimento de materiais vindos da China. Avanço do coronavírus assusta a economia global Já a associação da indústria automotiva acompanha os efeitos da epidemia e, apesar de ainda não haver um desabastecimento, o fechamento prolongado de fábricas na China pode impactar o setor brasileiro.

"Paralisação na China já afeta indústria no Brasil", destaca a manchete do Globo.  Novo imposto Na sua reportagem principal, O Estado de S.

Paulo afirma que o ministro Paulo Guedes (Economia) insiste em defender a criação de um novo imposto sobre transações eletrônicas ou sobre "produtos do pecado".

A ideia é usar o valor arrecadado para reduzir a tributação que as empresas pagam sobre os salários dos empregados.

O Estadão lembra que tanto o presidente Jair Bolsonaro como o Congresso rejeitaram essa ideia, mas Guedes estaria insistindo na estratégia.

Segundo o matutino paulista, o ministro busca apoio para a criação do novo imposto enquanto negocia a votação de três propostas de reforma fiscal em tramitação no Senado.

O imposto sobre "produtos do pecado" seria aplicado a itens como bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos processados com açúcar.

A tributação sobre transações eletrônicas incidiria principalmente sobre gigantes como o Google, a Apple, a Microsoft, a Amazon e o Facebook.

"Guedes insiste em novo imposto para desonerar folha salarial", sublinha a manchete do Estadão.  Reforma ministerial A Folha de S.Paulo dá destaque à saída de Gustavo Canuto da chefia do Ministério do Desenvolvimento Regional nesta quinta-feira (06) e à escolha de Rogério Marinho, que atuava na Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, para ocupar o cargo.

O matutino enfatiza que o Ministério do Desenvolvimento Regional é responsável pelo programa Minha Casa, Minha Vida e ressalta que a troca marca o início da reforma ministerial planejada desde o ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a Folha, Bolsonaro recebia críticas de deputados e senadores pela falta de diálogo com Gustavo Canuto e pela falta de resultados em iniciativas como o Minha Casa Minha Vida.

A troca de Canuto por Rogério Marinho teria tido o apoio do ministro Paulo Guedes e da bancada parlamentar do Norte e do Nordeste.

Após sair do posto de ministro, Canuto vai assumir a presidência do Dataprev.

"Bolsonaro troca ministro de pasta do Minha Casa", informa a manchete da Folha.