O G1 procurou pela Prefeitura para saber se as regras haviam mudado após o decreto do Governo Federal liberar essas e outras atividades.

Montes Claros tem 29 casos confirmados de coronavírus Prefeitura de Montes Claros / Fábio Marçal A Prefeitura de Montes Claros (MG) informou que permanece suspenso o funcionamento de salões de beleza, barbearias e academias no município.

O G1 procurou pela assessoria de comunicação após o presidente Jair Bolsonaro anunciar a inclusão desses estabelecimentos na lista dos serviços essenciais, o que quer dizer que poderiam voltar à normalidade durante a pandemia do novo coronavírus. Coronavírus em 12 de maio: Veja dados dos municípios com casos confirmados na área de cobertura do G1 Grande Minas Nesta terça-feira (12), o governador Romeu Zema (Novo) declarou, em sua conta oficial no Twitter, que "a decisão de reabertura de estabelecimentos, como salões de beleza e academias é de cada prefeito, que deve analisar o cenário da saúde na cidade, como já decidiu o STF". Zema diz que decisão de reabrir salões de beleza e academias é 'de cada prefeito' A Prefeitura de Montes Claros que as determinações do Decreto 4.403 continua valendo.

Afirmou também que um Estudo de Retomada das Atividades, que inclui os estabelecimentos liberados por Bolsonaro, está sendo feito.

As restrições de circulação de pessoas e de funcionamento do comércio têm validade até 31 de maio, mas o prazo pode ser revisto, de acordo com a assessoria de comunicação do município.

Montes Claros tem 29 casos da Covid-9 confirmados e 422 em investigação.

Sobre o decreto do Governo Federal O presidente Jair Bolsonaro incluiu nesta segunda-feira (11) as atividades de salões de beleza, barbearias e academias de esportes na lista de "serviços essenciais".

Isso significa que, no entendimento do governo federal, as atividades podem ser mantidas mesmo durante a pandemia do coronavírus. O decreto foi publicado em uma edição extra do "Diário Oficial da União" no fim da tarde.

Com essa inclusão, o número de atividades consideradas essenciais chegou a 57. Ainda que o governo federal estabeleça quais atividades podem continuar em meio à pandemia, o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que cabe aos estados e municípios o poder de estabelecer políticas de saúde – inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais. Veja mais notícias da região em G1 Grande Minas.